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Marketplaces: acompanhe a crescente deste mercado pela inovação

por Julio Lazzaron em 08/06/2021 5 min de leitura

Durante a pandemia, os marketplaces exerceram um papel fundamental para as lojas virtuais, especialmente para quem começou a vender pela primeira vez na internet. Isso ocasionou diversos novos vendedores nestes canais online. Sendo assim,  tal modalidade já ocupa 78% de participação do comércio eletrônico B2C (Business-to-Consumer), segundo o Ebit|Nielsen. E cada vez mais, temos vivenciando um crescimento gigantesco do digital.

Marketplaces: um caminho promissor

Os marketplaces são vitrine de vendas. Colocaram os proprietários de lojas virtuais diante da necessidade de se adequar às plataformas utilizadas. E a tendência é que isso aumente no intuito de acompanhar essa crescente .  Isso porque a busca por diferenciação e qualidade nos serviços colaboram para a competição das marcas.

Quando a Amazon chegou no Brasil em 2012, grandes lojas virtuais se prepararam. Afinal, apenas nos Estados Unidos, ele representa praticamente 50% de todas as vendas do e-commerce. Ou seja, não se preparar para estar neste espaço foi uma conclusão unânime do setor. Desta forma, os comerciantes tiveram de estruturar plataformas para serem incluídos neste negócio.

Tendências para marketplaces

Segundo a GSMA, em 2018 mais de 3,6 bilhões de pessoas acessavam a Internet por dispositivos móveis. O dado deixou nítido para o lojista a universalização do acesso à Internet móvel no mundo. Assim, empresas fizeram investimentos maciços em tecnologia.  Entre elas a Amazon, B2W, Mercado Livre, Magazine Luiza, Via Varejo, entre outras.  Além disso, infraestrutura, logística, fusões e aquisições também passaram a receber maior atenção na hora de investir. Mas não para por aí.

Analistas já preveem um cenário bastante próspero para marketplaces ainda em 2021. Transações nos marketplaces deverão atingir U$$ 99,423 milhões até 2024. O que se projeta, então, é que o número de consumidores chegue a 38 mil neste mesmo ano apenas neste segmento.

Os mesmo estudiosos não se limitam a falar apenas da ocupação de espaço por parte destas iniciativas. Segundo o que se sugere neste campo, o movimento é de que com operações bem feitas. Esses canais aumentem a lealdade do cliente. Além disso, é reconhecido que são capazes de aumentar o tíquete médio. E as taxas de conversão e a credibilidade também.

Dados que comprovam a revolução 

Um estudo realizado pela Tandem Up Marketing na Espanha mostrou dados relevantes do contexto europeu. Segundo ele, 9 em cada 10 consumidores virtuais fazem pesquisas on-line. Isso antes de realizar qualquer compra. Além disso, 7 desses 9 fazem uso de marketplace como principal fonte de informação. Ou seja, são referência entre consumidores. Isso os deixa a um passo da preferência de compra. Desta maneira, estar com produtos ou serviços inseridos em marketplaces é o caminho para um e-commerce que deseja permanecer ativo e crescente. 

Neste sentido, uma tendência que desponta para este e os próximos anos. E é em relação aos e-commerces que já têm tráfego significativo. A ideia é que eles se transformem em marketplaces. Oferecendo produtos e serviços complementares. Afinal, especialistas da ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico) já apontam este cenário. Eles acreditam que em breve o Brasil terá as vendas on-line como maior parte do varejo. O que já ocorre na China.

Marketplaces como movimento maior

Outra possibilidade aponta ao encontro desta ideia. No presente momento, por exemplo, distribuidores on-line já trabalham com vários fornecedores. Desta maneira, eles podem se tornar um balcão de vendas para os lojistas, exibindo um mix mais amplo de produtos. Para esse fenômeno já se sugere até um nome: “Amazonificação”. Afinal, na Amazon, como se sabe, metade de todos os produtos vendidos é de sellers terceirizados. 

A entrada de fabricantes em marketplaces, conhecido como M2O, está apenas começando. E certamente também se fortalecerá ao longo deste ano. E faz todo sentido. O canal permite ampliar a rede de negócios e posicionar a marca digitalmente. O investimento reduzido também é um aspecto bastante relevante para estes fabricantes. E por aí vai.

Inovando: alertas e estratégias para e-commerces

Estruturas robustas como as dispostas pela Amazon e Mercado Livre permitem melhorias. A cada sprint novas alternativas são lançadas. As plataformas possuem APIs extremamente avançadas, além de uma integração possibilitada pela extensa documentação exigida. Desta forma, extensão de canais de comunicação, por exemplo, podem ser feitas, enriquecendo a marca diante dos consumidores.

Esta facilidade na comunicação propicia mais agilidade e praticidade ao atendimento e estes sim são aspectos de grande impacto para as iniciativas. No que diz respeito à competitividade de mercado, são estes detalhes de funcionalidade que colocam iniciativas à frente na jornada.

E, por mais simples que pareçam ser feitas estas atualizações, elas precisam tecnologia de ponta e adaptação por parte do sistema de cada loja. Ou seja, novamente os lojistas se deparam com a necessidade de investimento. Só que aqui, é indiscutível o retorno.

Marketplaces na prática

O marketplace, portanto, precisa se adequar para atender ao consumidor que incorporou um novo perfil. Afinal, passou a ser mais criterioso. E os sellers precisam se fazer competitivos também dentro desta rede. A grande dúvida talvez seja por onde começar ou qual investimento priorizar.

Algumas ferramentas, por exemplo, são importantíssimas para isso. É possível citar as de navegação e criação de conteúdo dinâmico. Além delas, inteligência artificial e recomendação preditiva, entre outras. Mas todo e qualquer movimento precisa de planejamento. A inovação em si é necessária. Portanto, é preciso começar de alguma forma.

Neste sentido, buscar auxílio com quem domina este mercado é uma ação assertiva. Então, se precisar de ajuda para planejar e e preparar a inserção da sua loja virtual em marketplaces, conte com a Tezus! Vamos iniciar esse planejamento juntos!

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