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Consumo consciente: a postura que virou tendência na pandemia

por Julio Lazzaron em 24/03/2021 5 min de leitura

É impossível passar despercebido os hábitos de consumo consciente que vieram junto da pandemia.  Além da utilização intensa e efetiva de meios digitais, como o próprio crescimento do e-commerce registra, há uma preocupação por trás disso. O aumento da procura por quem faz para realizar uma compra. Priorizar produtos de vizinhos, amigos, pequenas lojas virtuais ou mesmo o comércio local, aquele do bairro, da comunidade. A atenção com a indústria protagonizada por mulheres. O reuso. Os brechós. Tudo isso embasa esta análise de mudança de consumo. E tudo isso sustenta a ideia de que é tendência e veio para ficar. 

Além disso, marcas que antes eram referência pelo próprio status, agora têm de se preocupar ainda mais com aquilo que manifestam. O consumidor consciente não quer compactuar com comportamentos errôneos, antiéticos ou de quem não se manifesta ou posiciona perante os problemas sociais. Ou seja, mesmo que o mundo ainda não tenha superado a Covid-19, a cultura do consumo está diferente e veio pra ficar.

O e-commerce diante disso

O e-commerce, acelerado por esta conjuntura pandêmica, revolucionou as maneiras de compras. Lojas online se viram obrigadas a evoluir para atender às necessidades dos consumidores exigentes e modernos. Exigentes porque se veem cheios de alternativas que possibilitem escolher. E modernos porque assim as plataformas os educam.  

Aqueles lojistas que ainda não estavam nas ondas da internet, se viram obrigados a digitalizar suas empresas e muitos consumidores, ainda resistentes às compras online, não viram outra alternativa senão ceder. Para isso, o medo teve de dar espaço à confiança em relação às marcas. Confiar nos dispositivos e lojas virtuais. Políticas de entrega tiveram de ser revistas, bem como atendimento e reclamações.

E, diante de tantas transformações, o e-commerce permanecerá crescendo em alta velocidade. Afinal, os estudos e projeções já demonstram isso. Mas também será preciso estar atento a estas tendências para se consolidar no consumo do brasileiro.

Além da alta no consumo online, os novos hábitos de consumo encabeçam as preocupações dos lojistas. Bastante voláteis, eles variam, tomam conta das rotinas das pessoas e o e-commerce precisa estar atento para se adaptar a estes comportamentos.

O consumo consciente no e-commerce

De acordo com o Relatório Varejo 2021, 71% das pessoas vão continuar comprando de negócios locais. A motivação se dá como estimulador para que esses estabelecimentos ou iniciativas continuem abertos e em funcionamento. Assim, é possível notar uma vontade em apoiar os pequenos empreendimentos. Afinal, eles tiveram este “acolhimento” por parte das pessoas após a alta do desemprego e demais consequências econômicas negativas trazidas pela Covid-19. 

O Relatório Varejo 2021 é um estudo anual da Adyen, plataforma de pagamentos holandesa. É conduzido pela Opinium Research LLP, empresa de pesquisas norte-americana e foi realizado entre os dias 1 e 15 de julho de 2020. Esta pesquisa consultou mais de 125 mil consumidores de 16 países, sendo 2 mil brasileiros. O objetivo do levantamento foi compreender o comportamento de consumo das pessoas. Mas, sobretudo, o consumo ético durante a pandemia e como as pessoas se relacionam com o comércio local.

Assim, ficou visível nesta pesquisa a relevância que passou a existir no posicionamento de empresas em relação aos compromissos financeiros. Neste sentido, são compreendidos, o comprometimento das marcas e iniciativas em relação aos próprios funcionários. Além disso, questões como a preocupação com a saúde mental da equipe também influenciou na aceitação da mesma. Ou seja, muitos pontos foram vistos como relevantes na hora de escolher de quem comprar. 

Assim, a pesquisa abriu alas para outro aspecto que tem se feito bastante presente nas aquisições feitas pelo consumidor: a “ética do varejista”. Esta característica ou postura, relaciona-se com a remuneração, reconhecimento, tratamento e demais aspectos da relação empregado x empregador. Aqui,  82% dos entrevistados disseram que vão passar a avaliar bem mais esses quesitos.

Um comportamento que precisa de estímulos para permanecer

Se a tendência é o consumo online ser cada vez maior e os consumidores vêm apresentando um comportamento mais respeitoso e consciente em relação a marcas e produtos, o desafio de agora talvez seja fidelizar este cliente.

Segundo o Relatório, 76% dos entrevistados disseram que pretendem continuar comprando de varejistas com os quais puderam contar durante a pandemia. Assim, estes pequenos empreendedores vão precisar, diante da ausência ou baixa busca pelas lojas físicas, encontrar alternativas viáveis para fidelizar estes clientes. 

O filtro do cliente não deve mais ceder. A tendência é de que o consumidor não deixe mais de fazer avaliações destes serviços e troque-os se achar que não compensa ou condiz com a postura adotada. Assim, a exigência por um processo de compra fluído, sem barreiras e bem mais seguro também será ainda maior. 

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